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Coimbra Seguros

Você pode ser um excelente dentista e, ainda assim, enfrentar um processo. Seu patrimônio está preparado para isso?

Todos os dias, milhares de cirurgiões-dentistas atendem pacientes com técnica, dedicação e responsabilidade. Ainda assim, o número de ações judiciais envolvendo a Odontologia tem aumentado no Brasil. O motivo? Nem sempre um processo nasce de um erro profissional.

Em muitos casos, basta uma expectativa frustrada, uma divergência sobre o resultado estético, um problema de comunicação ou uma insatisfação do paciente para que o profissional precise se defender judicialmente.

A judicialização da Odontologia é uma realidade

Diversos estudos brasileiros demonstram um crescimento consistente das ações de responsabilidade civil contra cirurgiões-dentistas.

Um levantamento publicado pela Revista de Direito Sanitário (USP) analisou os processos ajuizados no Estado do Rio de Janeiro entre 2015 e 2019. Dos 33.497 dentistas registrados, 415 profissionais estiveram envolvidos em 393 ações judiciais. O estudo concluiu que houve aumento no número de processos e identificou que Implantodontia, Endodontia e Ortodontia foram as especialidades mais questionadas. (Revistas USP)

Outro estudo, publicado na Revista Brasileira de Ciências da Saúde, analisou decisões judiciais em todo o Brasil e encontrou 1.046 jurisprudências relacionadas à responsabilidade civil de cirurgiões-dentistas. Os maiores volumes ocorreram nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, demonstrando que a litigiosidade faz parte da realidade da profissão. (Portal de Periódicos da UFPB)

O custo de um processo começa antes de qualquer condenação

Existe uma ideia equivocada de que somente quem comete um erro precisa se preocupar.

Na prática, o simples fato de responder a uma ação judicial já pode gerar despesas significativas.

Honorários advocatícios, perícias técnicas, produção de documentos, deslocamentos, audiências e o tempo dedicado à defesa representam custos financeiros e emocionais que impactam diretamente a rotina do profissional.

Mesmo quando o resultado final é favorável ao dentista, o desgaste pessoal e financeiro já ocorreu.

O patrimônio mais importante pode não ser o consultório

Ao longo da carreira, o cirurgião-dentista investe em graduação, especializações, equipamentos, estrutura física, equipe e atualização constante.

Todo esse patrimônio pode ser colocado em risco por uma única ação judicial.

É justamente nesse ponto que o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Dentistas deixa de ser uma despesa e passa a ser uma estratégia de gestão de riscos.

Dependendo das coberturas contratadas e das condições da apólice, o seguro pode oferecer amparo para despesas com defesa jurídica, honorários advocatícios, perícias e eventuais indenizações cobertas.

Mais do que proteger o consultório, ele protege o patrimônio construído durante anos de trabalho.

Quem trabalha com prevenção também deve prevenir seus próprios riscos

Os dentistas orientam seus pacientes diariamente sobre prevenção.

Faz sentido aplicar o mesmo princípio à própria carreira.

Esperar um processo acontecer para pensar em proteção patrimonial costuma ser tarde demais.

A decisão mais inteligente é avaliar os riscos enquanto tudo está funcionando normalmente.

Conclusão

A excelência técnica continua sendo a principal proteção do profissional.

Mas ela, sozinha, não impede que um paciente proponha uma ação judicial.

Em um cenário de crescente judicialização da Odontologia, proteger o patrimônio tornou-se parte da boa gestão profissional.

Na Coimbra Corretora de Seguros, ajudamos cirurgiões-dentistas a identificar seus riscos e contratar um Seguro de Responsabilidade Civil Profissional adequado ao seu perfil de atuação.

Porque quem dedica anos para construir uma carreira sólida merece protegê-la com a mesma seriedade com que cuida da saúde dos seus pacientes.

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